Poema a Quatro

 

Gotas de orvalho são sobras
De um amanhecer  

O dia, vai florir
A paz, são gotas que sorri
 

Gotas de lágrimas são fins
De um entardecer  

São o fluir do meu florecer

Querer do meu amadurecer
 

 
Pontos brilhantes no céu
São os tantos filhos do  Universo
 

Anunciam o fim de um ciclo:

dorme o dia, passado-presente, desperta a noite, presente-futuro.
 

 
O Eterno-Infinito jorra nos labirintos de meus pensamentos Hemorragia-Plenitude da vermelha aurora que virá

 
A dança de um passáro risca o céu - sol a nascer
Desenha a esperança e parte as algemas do réu

(Alba Lourdes - Fábio Viana - Giovana Ramos - Jair Bercê)
- Setembro 2000 -